quarta-feira, 24 de junho de 2020

Quase 3 Mil Charges. Edra e Sua Contribuição Como Chargista no Diário de Caratinga / 2020



CARATINGA- Quase três mil charges e livros reunindo anos de parceria com o Diário de Caratinga. O cartunista Edra tem uma história de sucesso com este impresso, que ele conta nesta entrevista. Ele também fala a respeito da repercussão de seu trabalho na cidade, além de traçar um paralelo da vida do chargista hoje se comparado 25 anos atrás. 

Seu primeiro contato com o jornal foi em 96. Como se deu isso? 
A princípio, quando foi lançado o jornal em Caratinga, pra mim, que milito na área há bastante tempo, inclusive, já tinha morado em Brasília trabalhando, foi lá que comecei minha carreira de jornalista e cartunista; foi uma coisa muito impactante. Como caratinguense, achei super interessante a cidade ter um jornal diário, inclusive, passava a ser para todos nós, muito mais para quem estava dirigindo o jornal, um desafio muito grande. Já se passaram 25 anos, era uma cidade que pensávamos como ia garimpar notícias diárias, até então estávamos acostumados com um ou outro jornal. Fui entrevistado algumas vezes, com alguns trabalhos que fiz em Caratinga, até mesmo na ocasião me lembro direitinho, o Campeonato de Futebol de Mesa, que estava realizando na época. E, passado o tempo, o pessoal teve o contato comigo sobre a possibilidade de fazer uma charge para o jornal. Não vou negar também o que passava pela cabeça, era uma forma de eu me exercitar, manter na ativa como chargista. Então, eu estava fazendo charge para fora em nível nacional, mas, na verdade foi até minha contrapartida que eu fizesse charge a respeito de Caratinga, justamente porque seria um desafio mais interessante, eu morando aqui e fazendo charges locais. Não só um desafio, mas uma forma destemida também, porque convivemos no interior, não é igual nos grandes jornais, que critico um presidente ou governador, ele nem sabe quem é você, praticamente. Aqui estou encontrando cada um na esquina, os elementos todos que formam uma charge fazendo parte do meu cotidiano. Mas, achei que aquilo ali era uma forma de através da minha arte, do meu humor, contribuir para acontecimentos da minha cidade. Isso ia agregar bastante ao jornal, aquele papel importante que estava desempenhando, vi ali um canal para isso, tentar contribuir. Comecei e passei um ano fazendo a charge, inclusive, depois lancei um livro da coletânea dessa charge. Foi um resultado muito positivo, muita boa repercussão, o livro ‘Bagunçaram meu coreto’, justamente no aniversário do segundo ano do Diário. E como foi o retorno ao jornal anos depois? Eu estava começando a implantar uma gráfica em Caratinga, que foi ganhando mais corpo e tomando mais o meu tempo, tive que me dedicar mais. A gráfica era um sonho profissional da minha vida, mas a arte nunca te abandona. Parei por um período, mas, aconteceu a tragédia das enchentes em Caratinga em 2003 e eu senti muito uma necessidade realmente de extravasar aquela situação. No dia mesmo do episódio, quando passou aquele momento da correnteza, da chuva, que foi uma coisa bastante dramática; eu sentado à mesa antes de almoçar, abalado com a situação, aquela comoção total da cidade, comecei a pegar a folha e já fazer charge. Uma maneira de desabafar, externar uma situação não só minha, mas, coletiva. Fiz umas 30 charges e levei para o jornal. Foi publicada uma página inteira no Diário com uma chamada grande na capa. Aquilo deu repercussão, em todos os sentidos, havia uma simbiose do sentimento coletivo com o que passei no jornal, até também, eventualmente, algumas críticas, porque na verdade não teve o feedback como hoje tem na internet. Uns falavam: ‘Muito fácil brincar com a tragédia dos outros’, mas, a charge é isso, em cima de fatos não agradáveis mesmo: corrupção, desemprego, violência. E uma enchente que se abateu na cidade também não ia ser diferente, inclusive, eu era uma das vítimas, minha gráfica foi totalmente invadida pela água, tanto é que veio a segunda enchente, eu já brincava com meus amigos que minha gráfica acabou com a operação prestobarba, primeiro foi tchum, a segunda foi tcham (risos). Mas, com o sucesso da página, me convidaram a voltar. E voltei a fazer as charges, o jornal já em cores, outro avanço e a charge também na capa. Foi uma parceria muito grande, é uma empresa que nutro bastante carinho e, modestamente, e humildemente, desenhei meu nome da história do jornal, pois, depois foram 10 anos de charge na capa. Foram assuntos mais diversos e mais instigantes, sempre pautando pelo noticiário de Caratinga. Quando foram os 10 anos, resolvi comemorar essa data, voltei a falar com a Vera sobre esse projeto, ela me deu apoio publicando um suplemento, um encarte especial dos 10 anos, dali os patrocinadores ajudaram a fechar o valor dos livros, que foram cinco: ‘Pode ser a gota d’água’ (2003-2004), ‘Aconteceu, agora é charge’ (2005-2006), ‘Humor nosso de cada dia’ (2007-2008), ‘O bobo da corte’ (2009-2010) e ‘Quem paga o pato?’ (2011-2012). Dentro do universo que acompanho, nunca vi ninguém lançar cinco livros simultaneamente, foi um desafio muito grande, não só do montante do trabalho, mas, a difusão dele. Foi sucesso, mas, depois fiz um corpo a corpo, saí com esses livros nas ruas de Caratinga e vendi para bastante gente aqui na cidade. Foi uma forma de comemorar e criando um elo bem grande. Depois desse ano de 2010 também dei uma outra parada, porque eu vi que eu tinha que trabalhar mais na minha questão profissional, participar de eventos, viajando. Foi quando que abastecendo o carro, o Alcides e a Vera apareceram lá também, perguntando porque eu não voltava a fazer charges no jornal, dizendo que os leitores sempre comentam muito e o próprio editor, que é o José Horta, também reforçou esse convite. Achei interessante, voltei e fiz mais um ano, em 2016. Já não peguei o tema da cidade, voltei a pegar os temas nacionais e internacionais, porque eu já estava fazendo esse trabalho para fora, foi quando pintou exatamente aquela fase da Lava Jato, que culminou com as denúncias, até convergir no impeachment da Dilma, que é o meu livro ‘Pintou sujeira no País da Lava Jato’. E também além da charge, sempre fiz colunas de humor, entretenimento, cultural, lazer. Fiz as colunas Huai, Em Cartaz, Fim de Semana. Inclusive fui destaque como colunista no jornal. E escrevo, eventualmente, uma coluna ou outra, um assunto cultural. Também nesses anos foram quase três mil charges, realmente é uma história dentro do Diário de Caratinga e na história da imprensa da cidade. 

Nesse período, qual charge mais te marcou?
Interessante, não paramos para pensar nisso. Foram várias charges, é difícil. Mas, teve um período que, por coincidência eu estava passando pela prefeitura, vi aquela galeria das fotos dos prefeitos. Me veio à mente uma charge que fiz durante o governo do João Bosco. Fiz a galeria, foi até capa do meu livro, vinha a sequência dos mandatos, um prefeito e outro. Quando chegou no João Bosco, coloquei João Bosco e Aluísio Palhares, intercalando, porque o João Bosco foi afastado pela Justiça à época, depois voltava de novo, saía, entrava Aluísio que ficava dois, três dias e voltava o João Bosco. Aquilo ali realmente foi uma coisa trágica cômica, a pessoa chegava na recepção: ‘Quem que é o prefeito?’. Teve um período que a cidade ficou dois, três dias sem prefeito, porque o Aluísio não queria mais assumir porque estava chegando data de eleição, se ele assumisse não poderia candidatar (risos). Foi uma charge que deu muita repercussão, mas tem muitas outras. Sem contar as de futebol, entre Cruzeiro e Atlético, que sempre deram uma repercussão muito grande. 

Qual paralelo você traça de fazer charge naquela época e nos dias de hoje? 
Poxa a vida! Hoje em dia está complicado. Sinto que a humanidade, o mundo, está em retrocesso, essa que é a verdade. Existe também uma polarização muito extrema, que cria uma animosidade, impaciência, intolerância muito grande, de ambas as partes. Se acentuou demais questão de direita e esquerda, da qual as duas partes, de uma forma muito cega, acham que estão certas, que estão fazendo a escolha melhor e que a outra é sempre burra. Não é assim que se resolve as coisas, tem que haver diálogo e discernimento. E, justamente, talvez isso, não está havendo discernimento, fazer uma charge agora se arruma uma gama de inimizades incríveis. Tinha aquele ditado que se falava espanhol, mas vou falar em português mesmo, ‘se é governo, eu sou contra’. Não existe charge a favor. Mas, hoje existe uma briga mesmo, não tem nem outra palavra, entre os próprios cartunistas, porque, antes se fazia uma charge e ela estava quase que 100% de comunhão com as pessoas, afinal de contas quem está no governo é onde depositamos a esperança, as resoluções das situações do nosso município, Estado e País. E a cobrança é em cima deles, eles se candidataram, fizeram a proposta de fazer um trabalho e nós, como cidadãos, temos que cobrar, reivindicar. Mas, hoje em dia é briga mesmo, com isso, se acentuou também as prioridades da própria direção do jornal, cada um também optou por uma linha, que se havia uma diferença tênue passou a ser mais definida. Já não dava para ficar mais meio no banho-maria, em cima do muro. O chargista e a própria charge se tornam um empecilho. Com isso, os jornais estão perdendo um grande diferencial da charge, está sendo extinta, praticamente o número de chargistas trabalhando para jornal impresso está só reduzindo drasticamente. O veículo passou a ser agora a internet. Nessa questão, é uma coisa que lamento muito, digo não só como chargista, mas como próprio leitor, porque tem um velho ditado que uma imagem vale mais que mil palavras; a charge era um alicerce muito forte; com os ideais do leitor, a ideia editorial do jornal, muito bacana e o desenho tem um atrativo muito grande, de fácil assimilação, se passa ‘n’ mensagens, a abrangência é bem maior. A charge tem um poder de síntese muito grande. Não sei se esse caminho agora vai ter volta, mas, se não continua vai ficar assim, aconteceu um dia, a charge e o jornal.

Quais são suas considerações finais? 
Parabenizo e externo minha admiração pela empresa de modo geral, sempre me dei muito bem com todos que ao longo desses anos vêm trabalhando lá, todos os editores, um trabalho muito bacana comigo. Inclusive, aproveitar até a oportunidade e parabenizar que durante esse tempo todo que trabalhei no jornal não tive nenhuma censura do meu trabalho, tive total independência, fazia em casa e mandava pelo e-mail. Isso é coisa de realmente aplaudir, é claro que toda empresa tem uma preferência politicamente por um lado, mas nunca foi falado nada comigo. Houve muito respeito com meu trabalho. Tenho prazer e orgulho em ter participado durante esse período que fiz com o Diário. Continuo sendo parceiro, eventualmente agora ilustrando uma coluna do doutor Eugênio, semanal, sempre uma coisa outra e me coloco sempre à disposição de patentear essa minha ligação com o jornal. Parabenizar também esse trabalho muito dinâmico. Demonstrou a que veio, estão aí os 25 anos para provar isso e mudou de forma muito sensível a possibilidade de chegar as informações para toda nossa região. Está rico em informações e com credibilidade. Quero parabenizar desde a direção até o mais simples funcionário, cada um com sua importância nesse processo. Estou muito feliz em dar meu depoimento e minha singela participação nesse momento.

Página de charges na enchente de 2003
marcou retorno de Edra ao Diário

Suplemento infantil também sucesso nas páginas do DIÁRIO

Edra com o jornalista Carlos Alberto Fontainha, durante lançamento 
do livro “Bagunçaram meu coreto”, em 1997 (Foto: Arquivo)


Cinco livros em comemoração aos 10 anos de charges
publicadas no Diário de Caratinga

Edra escolhe charge da galeria dos prefeitos
como uma das mais marcantes em sua carreira

Entrevista: a História do Cartunista Edra Com o Diário de Caratinga nos Seus 25 Anos de Circulação / 2020

Entrevista sobre a minha história com o Diário de Caratinga

Diário de Caratinga / 24 de junho de 2020
Edição de 25 Anos e dos 172 Anos de Caratinga

domingo, 3 de maio de 2020

Participação no 1º Festanejo. Exposição de Humor Gráfico Sobre Cantores e Músicas Sertaneja / 2020

"Paradão Sertanejo / Cada Um no Seu Quadrado"
Minha HQ / Tirinhas abordando o tema da exposição


Comemorando o Dia do Sertanejo – 03 de Maio. 
 São mais de 180 cartuns de desenhistas de todo o Brasil homenageando a música mais ouvida no país.
 A importância desse feito é que nossos cartunistas mostram o poder de suas artes invadindo o mundão sertanejo com bom humor em suas troças e traços. Faltava essa e Exposição sobre o mundo Sertanejo.
 O projeto começou com a montagem da exposição “Inezita Minha Viola” no Memorial da América Latina em São Paulo com grande sucesso.
 O Festanejo do Humor seria montado também fisicamente no Memorial da América Latina, mas devido a quarentena pelo coronavírus foi montado virtualmente.
 Essa exposição tem o apoio da ACB – Associação dos Cartunistas do Brasil que estimula os desenhistas a contarem a nossa história em vários temas.

1º Festanejo / Concurso de Humor Gráfico - Tema "Sertanejo"

sábado, 18 de abril de 2020

Coronavírus: a Luta Mundial da Ecomomia X Saúde


A Ideia na Ponta do Lápis, em Tempo de Confinamento Para Enfrentar o Novocoronavírus - Jornal de Piracicaba / 2020

Edição de hoje do Jornal de Piracicaba (SP)


O Jornal de Piracicaba, traz na edição de hoje, na coluna "Arraso Acontece", assinada pela Paulina D'Ambrósio. Artistas que continuam mantendo a ideia na ponta do lápis, em tempo de confinamento para enfrentar o novocoronavírus. Estou junto com os paulistas Ersamo Spadotto, Daniel Policano, Fernandes, Baptistão, Érico San Ruan, Synnove, Fernanda Nepomuceno, Riani, Daniel Marinho, Ciça e o marido, meu conterrâneo de Caratinga, Zélio Alves Pinto.

quarta-feira, 18 de março de 2020

Membro da Equipe Internacional de Cartunistas do MAC - Morocan Associaton of Cartoon

Membro da equipe internacional de cartunistas do
MAC - Morocan Associaton of Cartoon,
capitaneado pelo cartunista Radu Iatcu (Romênia)
responsável pelo projeto "Cartoons Anthology", representado o Brasil
junto com os cartunistas Mello (MG) e Cival Einsten (CE) 

quarta-feira, 4 de março de 2020

Caricatura / Homenagem a Cantora Inezita Barroso

Minha participação

Exposição / Homenagem
Hoje Inezita Barroso estaria completando 95 anos.

 No mês do Dia Internacional da Mulher, o Festanejo homenageia um dos nomes mais importantes para a cena musical feminina: Inezita Barroso. Para honrar a brilhante carreira da cantora, apresentamos a exposição “Inezita Minha Viola”, que reúne cerca de 50 cartuns, feitos por caricaturistas do Brasil, Colômbia e Portugal, selecionados pelo presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil e organizador do projeto, José Alberto Lovetro, o JAL.


 https://festanejo.com.br/

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Posse Como Diretor Executivo do MAC - Movimento Amigos de Caratinga / 2019

Ao lado de minha mãe, no dia da sua posse como Presidente do
MAC - Movimento Amigos de Caratinga. Ocasião que eu também
fui empossado como Diretor Executivo.

Diário de Caratinga / 30 de janeiro de 2020

Retrospectiva do Cartunista Edra / Realizações em 2019

Participação de charges no flashexpo no blog HQMIX 
“Deu Moleza Eu Traço” – Bloco dos Cartunistas, Para Rir Nesse Carnaval

Participação de charges no flashexpo no blog HQMIX
“Exposição Brumadinho – Lama Sem Alma.


Participação de charges no flashexpo no blog HQMIX
“Exposição Brumadinho – Lama Sem Alma / Escola de Campinas (SP)

Participação da mostra virtual “Cartoons Anthology
Romênia

Selecionado para o 17º Salão de Humor de Cerquilho

Participação no 1º Encontro de Carros Antigos de Matipó (MG)

Homenageado no 1º Salão do Livro da Escola Pingo de Gente

Encontro com Gabriel, aluno autista da E. E. Princesa Isabel
que sonhava conhecer um cartunista

Participação na realização de almoço beneficente através 
MAC – Movimento Amigos de Caratinga em Parceria com 
o Lions Club Itaúna, em prol do Núcleo.

Criação da logomarca da 11ª Feijoada Du Catitu

Lançamento do livro “Ziraldo – Ao Mestre Com Carinho”
2ª Bienal do Livro de Ubá.

Curador e expositor da mostra itinerante
“Ziraldo – Ao Mestre Com Carinho”
2ª Bienal do Livro de Ubá.

Selecionado no 11º Salão Medeplan de Humor - Piuaí
Tema: Narcisismo
.

1º Lugar entre os 10 desenhos finalistas mais curtidos do 
“Concurso Nacional de Charges – Nova Previdência – Melhor  Para Quem?” , 
promovido pela FONACATE -  Brasília.
A charge “Espécies em Extinção”, 
teve 1153 curtidas, 441 compartilhamentos e 363 comentários.  

Desenho para o 1º Encontro dos Amigos da Rua São José”
Homenagem ao meu pai "José Amorim"

Participação no programa “Diva e Eles” apresentado 
pela Lucrécia Gonçalves, convidado pela Comunicação da Prefeitura 
a fazer um desenho sobre Caratinga para presentear o município.

Premiado no 14º Salão de Humor de Mogi Guaçu (SP)
2º Lugar na categoria Charge.

Membro da Comissão Julgadora do 
The 7th “Red Man” International Humour Art Biennial / China

O livro “Ziraldo – Ao Mestre Com Carinho”,
foi apresentado no quadro “Vitrine” no programa
“Domingo do Faustão”, no dia 23 de junho

Foi ao ar no dia 25 de junho uma entrevista
no quadro “Achamos Em Minas”
no programa “Balanço Geral” da TV Record

Selecionado no 4º Piauí Cartoon
Tema: Violência Contra a Mulher.

Organizador do 1º Encontro Santarritense de Carros Antigos 
dentro da programação do 20º Encontro do Santarritense Ausente.

Cinco trabalhos selecionados, em quatro categorias, 
no 46º Salão Internacional de Humor de Piracicaba

Participação na Mostra "SEM CENSURA
Com Grandes Chargistas Brasileiros"
Rabeca Cultural / CAMPINAS (SP).

Realização do 15º Salão Internacional de Humor de Caratinga. 
Homenageado do ano: Zélio Alves Pinto

Participação com minhas publicações na 61ª Plenária
dos Orbis Clube do Brasil, realizado em  Caratinga

Convidado pela Editora Melhoramentos 
para participar da gravação de um vídeo na 
casa do Ziraldo, junto com Maurício de Souza e 
os escritores Manuel Filho e José Santos. 

Os depoimentos ficaram em exibição nos telões
do estande da Editora Melhoramentos:
“Ziraldo não vai a Bienal, a Bienal vai até Ziraldo”
Bienal Rio 2019

Lançamento do livro “Ziraldo – Ao Mestre Com Carinho” 
no estande da Editora Melhoramentos 
na XIX Bienal Internacional do Livro Rio.

Premiado com o Troféu HQMIX, com o livro 
“Ziraldo – Ao Mestre Com Carinho”/ Categoria “Homenagem”.

Participação com duas charges no livro 
“A Escola no Túnel do Tempo: Imaginários Sociodiscursivos e 
Efeitos de Sentido em Charges Contemporâneas 
Sobre a Educação de Ontem e de Hoje, de autoria de 
Evelina Coelho Cardoso, premiado no 31º Troféu HQMIX, 
na categoria “Doutorado em Quadrinhos”

Lançamento do livro “Ziraldo – Ao Mestre Com Carinho”
na Casa Melhoramentos (SP), de 16 de setembro.

Curador da exposição “Ziraldo – Ao Mestre Com Carinho” 
na Casa Melhoramentos (SP), de 17 de setembro a 31 de outubro.

Autorização da utilização da caricatura do Piter 
na placa do Centro Dia “Piter” / APAE - Caratinga
Participação da mostra “Tutto Inizio Com La Pizza” 
(Tudo Começa em Pizza” – 12 de outubro no auditório Berrettarossa de Bibbiena, 
na cidade de Soci. Com cartunistas brasileiros e italianos. 
Organizado pelos cartunistas Jal Lovreto (Brasil) e Paolo Lombardi (Itália). 


Realização do 6º Encontro de Carros Antigos de Caratinga

Exposição especial de caricaturas em homenagem 
a cantora Amy Winehouse, no Miami Dade College, West Campus, 
na Flórida, Estados Unidos. Apenas 45 caricaturas foram selecionadas e fazem 
parte desta mostra realizada no período de 30 de outubro a 15 de novembro.

Participação no 4º Salão de Humor de Buteco 
Bar Caminho da Roça – Juiz de Fora (MG)

Integrante da Comissão Julgadora do Concurso de Cartazes
com o tema “Paz”, promovido pelo Lions Clube Caratinga

Criação do Escudo da Escola de Reabilitação da Criança 
“João Evangelista de Azeredo Coutinho” – APAE / Caratinga.

Conclui 5° ano de ilustração para a coluna “Começo de Conversa”
do escritor Eugênio Maria Gomes no 
Diário de Caratinga

Produção e edição do livro/catálogo 
“Salão Internacional de Humor de Caratinga – 15 Anos”.